sábado, 6 de março de 2010

e agora, Carlos?


As vezes nos encontramos em situações das quais jamais imaginamos ter alguma saída, mas sempre há, boa ou ruim, mas há... O suposto desentendimento sobre algo visto, nem sempre é o visto que realmente acontece. Você imagina que viu, mas na verdade seu cérebro, ou seu coração decepcionado, o leva a crer que o visto por seus olhos, é algo totalmente doloroso, sendo que realmente não é. Esse post de hoje estou incluindo em memória do meu Brode C. E. M., ele sabe que é uma peça fundamental na minha vida. Mas vamos ao que realmente interessa. Certo tempo atrás, o Bunito aqui, quis, ao menos, tentou se impôr sobre os pensamentos dos outros em questão a relacionamentos, (no bruto, eu me intrometi) consequência: Todos me abandonaram, crendo que eu estaria com ciúmes, me arrependi pelo feito, mas, consegui novamente trazer todos que amo para perto, principalmente a C.. O C assim como eu caiu na real que inimigos somente faríamos essa pessoa sofrer, e aprendemos a aturar um ao outro. C. E. M., Brodinho, a gente sabe que a C ama esse piá, e não adianta a gente querer botar o "bedelho" no meio do relacionamento dos dois, o C somente chegou lá em casa, e como eu iria dizer a ele, "vá embora! Não quero você aqui!" isso faria com que novamente eu ficasse de ruim. E vejo que o fato dele estar lá já acabei ficando de ruim. Aquela vez que a bomba estourou para o meu lado, eu fiquei sozinho, ninguém quis ao menos me entender (viraram as costas) eu tive que baixar bola e dividir comigo mesmo o meu momento de inconformação. Seria muito mais fácil se depois daquela bendita Festa a Fantasia eu tivesse ficado quieto, talvez assim, muitos de nossos problemas tivessem não surgido. Eu não vou renunciar a você, de maneira alguma, você é meu amigo irmão, Eu não vou renunciar à C, ela é também, minha chave fundamental. Queria os dois, mas pelo visto não posso ter. E dessa vez, como diz o ditado, quem muito quer nada tem. Não posso ficar dividido entre duas pessoas totalemente importantes para mim, eu devo renunciar, mas não a um, e sim a dois. Vamos ver no que dá. C. E. M, meu amigo, eu amo você. C, minha Brodinha, eu amo você. Mas agora é hora de eu focar mais minha cabeça no meu trabalho e na minha carreira. (boa essa desculpa pra mandar vcs dois bobos a porra) Pra juntos unirmos novamente, é necessário, alguém ceder. Beijins. Vocês sabem que me amam. Ass.: o Garoto do blog (kspaskaposkapsok)

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