segunda-feira, 15 de março de 2010


incomensurável
adj. 2 gén.
1. Que não pode ser medido.

Posso dizer meu fim de semana, foi algo que podemos dizer que foi incomensurável, poderia se repetir, eu ficaria bem satisfeito, o filhinho que faz a visita quinzenal, conforme parecer da doutora juíza, que brincando, de ser papai agora me tira 33% do meu pobre salário, num reclamo por dar esse dinheiro, de maneira alguma, afinal é para um bem maior, mas que faz falta, ahhh isso faz.
Os amigos que compartilharam momentos bons ao meu lado, muita conversa, muito riso, do meu domingo eu esperava por algo como, assistir o programa do Silvio Santos, ou o Fantástico, quem sabe um filme e me matar num pote de pipoca, mas o pior que foi algo totalmente mais interativo, do nada, após levar o meu bebê para a mãe dele, uns amigos apareceram lá em casa e muita coisa aconteceu, risos trocas de roupas que até prefiro não comentar, desentendimentos entre namorados, e lá vai Marcelo tentando apaziguar a situação, a velha mania de querer ver bem quem me faz bem. Não sei se teve alguma solução, mas ninguém pode negar que ao menos, eu tentei.
Amigos, perto ou longe, continuam sendo amigos. Cada um a sua maneira, cada um com sua cor, cada um com sua crença. Diferenças totais de pessoas, e maneiras diferentes de tratar cada uma, e cada dia conhecemos mais e mais sobre nossos amigos, há os inconstantes, há as Divas, há os Brode, há os Jaizons, há os parceraços, há as absolutas. Cada um à sua maneira, de todas as cores e todos os sabores, e deles podemos usar e abusar, pois se são amigos de verdade se sujeitam a isso sem reclamar. Claro né, que a Natalieh é uma excessão.
Amigos, ou se os tem, ou não se é ninguém.
Que seria de nós sem essas pessoas que nos cercam, protejem, adulam, que nos fazem rir?
Um dia quero conhecer uma pessoa que nunca teve amigos para poder se ter noção de como é uma vida, feita de um vazio incomensurável.


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